Ainda dentro do útero, o bebê já desenvolve sua audição e começa a diferenciar os sons internos, como o batimento cardíaco, e externos, como a voz dos pais. Depois que o bebê nasce e começa sua jornada de desenvolvimento intelectual, social e cultural, os sons e a música têm grande importância nesta fase. Assim como imagens, os sons agem estimulando a criança de diversas formas. Para saber mais, continue lendo.

Benefícios de música para bebê

Descubra os benefícios da música para bebê, mesmo ainda na barriga, pesquisas revelam que a música ou até mesmo conversar com o bebê, pode contribuir para o desenvolvimento do mesmo.

Música para bebê
Diversos são os benefícios da música para bebê e também para o feto, confira abaixo quais as vantagens da mesma em cada etapa.

Ainda na barriga

A audição do feto começa a ser formada e logo está madura o suficiente para escutar sons ainda dentro do útero, mesmo quando vindos de fora. Pesquisas comprovam: o feto reage aos sons e quanto mais estimulado, maior é seu potencial quando nascer. Por exemplo, a voz dos pais é reconhecida já ao nascer por causa dos nove meses de convivência, mas antes disso pode-se conversar com a criança e usar música suave para acalmá-la em momentos de muita agitação dentro da barriga – principalmente antes de ir dormir, por exemplo.

Recém nascidos

Cantigas tradicionais, gravadas ou cantadas por você, são uma ótima maneira de introduzir novos sons na vida de seu bebê. Certos sons específicos ajudam a estimular mais ainda ao recém nascido, como o som de chocalhos, músicas de diferentes estilos musicais, músicas com múltiplos instrumentos, etc.

Esses sons devem ser usados com o bebê desperto e alerta, mas pode demorar um pouco para o bebê comece a reagir à esses estímulos diferentes já que o lobo temporal, estrutura do cérebro que participa na audição, ficará mais ativo até os três meses de idade do pequeno.

Até os seis meses

O bebê vai reagir ao próprio nome, à voz dos pais e procurar a origem de sons novos. É possível que ele comece a observar a boca de seus cuidadores com atenção para pronunciar certos sons. Em breve, será possível verificar quais os sons preferidos da criança.

Triagem Neonatal

Algum tempo depois do nascimento, o bebê é submetido a importantes exames para determinar doenças congênitas, hereditárias ou genéticas. Entre esses testes, um deles é especialmente importante para o ouvir do bebê – a triagem auditiva neonatal. Esse exame não é doloroso nem invasivo. É realizado com o bebê dormindo, e em sua orelha é introduzido um pequeno fone que age emitindo certas vibrações. Quando a criança tem audição normal, o aparelho capta o retorno dessas vibrações e o computador emite um gráfico destas. Esse exame é capaz de diagnosticar possíveis perdas de audição bem precocemente.

Testes caseiros

Embora não substituam o exame, algumas experiências com o bebê podem ser feitas – de modo indolor – na sua própria casa. Antes dos três meses você pode experimentar fazer algum som mais alto, como bater palmas, e ver se o bebê reage. Até os seis meses, pode chamar a criança pelo nome e observar se ela procura de onde vem o som. Até os dez meses, observe a reação aos sons do ambiente. Até um ano, pergunte à criança para apontar uma figura conhecida. Mesmo que ainda desconfie de alguma coisa, pode sempre perguntar ao pediatra.

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